Dina Aguiar, antiga pivô da RTP, faz dois alertas: quadro perdido e burla no WhatsApp
A jornalista recorreu às redes sociais para pedir ajuda na recuperação de uma pintura da sua autoria e alertar para mensagens fraudulentas que utilizam indevidamente a sua identidade.

Dina Aguiar, antiga pivô da RTP, partilhou duas situações que motivaram alertas públicos junto dos seus seguidores. A jornalista procura recuperar um quadro original que perdeu em Lisboa e denunciou uma tentativa de burla informática em que estão a utilizar o seu nome e a sua fotografia.
As duas situações levaram a antiga profissional da estação pública de televisão a pedir a colaboração do público. Enquanto tenta encontrar a obra de arte, Dina Aguiar pretende também evitar que outras pessoas sejam enganadas por indivíduos que se fazem passar por si.
Dina Aguiar procura quadro original perdido em Lisboa
Uma das situações divulgadas pela jornalista está relacionada com o desaparecimento de uma pintura da sua autoria. Segundo o relato partilhado nas redes sociais, o quadro foi perdido no dia 02 de outubro, depois de ter sido esquecido junto a um parquímetro na Rua Prof. Eduardo Araújo Coelho, em Telheiras, Lisboa.
A obra é um original assinado por Dina Aguiar e distingue-se por representar rosas vermelhas e roxas. Por se tratar de uma criação pessoal, a jornalista fez um apelo público para tentar recuperar a pintura.
O pedido dirige-se a todas as pessoas que possam ter passado pelo local e encontrado o quadro. Qualquer informação que ajude a identificar o seu paradeiro poderá contribuir para que a obra regresse à proprietária.
A colaboração de quem circula naquela zona de Lisboa poderá ser importante para esclarecer o sucedido e facilitar a recuperação da peça.
Antiga pivô da RTP denuncia burla através do WhatsApp
Além da perda da pintura, Dina Aguiar lançou outro alerta relacionado com a segurança digital. A jornalista revelou que estão a utilizar indevidamente o seu nome e a sua fotografia numa conta de WhatsApp para contactar pessoas e pedir dinheiro.
A antiga pivô da RTP esclareceu que o número utilizado nessas mensagens não lhe pertence. O aviso pretende impedir que os destinatários acreditem estar a comunicar diretamente com a jornalista e acabem por sofrer prejuízos financeiros.
Perante esta situação, a recomendação é desconfiar de mensagens inesperadas, sobretudo quando incluem pedidos de transferência de dinheiro ou outras solicitações financeiras.
Dina Aguiar deixou uma mensagem clara aos seguidores sobre a forma de agir perante estes contactos: “Se receberem mensagem estranha, não respondam e bloqueiem. É burla”.
Como evitar fraudes financeiras através do WhatsApp
A utilização indevida de fotografias e nomes de pessoas conhecidas pode levar os destinatários a confiar em mensagens que, na realidade, são enviadas por terceiros. Por isso, é importante confirmar a identidade de quem estabelece o contacto antes de partilhar dados pessoais ou realizar qualquer pagamento.
Entre as principais medidas de prevenção estão bloquear números suspeitos, não enviar dinheiro sem confirmar a identidade do destinatário e evitar divulgar informações bancárias através de mensagens.
No caso denunciado por Dina Aguiar, o esclarecimento é direto: o número em questão não lhe pertence. Assim, qualquer pedido de dinheiro feito através dessa conta deve ser tratado com prudência.
Dois apelos importantes deixados por Dina Aguiar
Com estes alertas, a antiga pivô da RTP procura sensibilizar o público para duas situações distintas. A primeira diz respeito à recuperação do quadro perdido em Telheiras, Lisboa; a segunda pretende prevenir possíveis vítimas de uma tentativa de burla informática.
A jornalista espera que alguém consiga fornecer informações úteis sobre a pintura e que os seus seguidores reconheçam os sinais de mensagens fraudulentas.
Os dois casos reforçam a importância da colaboração pública e da prevenção de riscos, tanto na recuperação de objetos pessoais como na proteção de dados e de dinheiro. Dina Aguiar pede, assim, atenção aos contactos suspeitos e ajuda para recuperar a obra de arte que desapareceu.






